quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

HISTÓRIA

         ATIVIDADES DA SEMANA DE 14/12 ATÉ 18/12

ESTA SEMAMA SERÁ DESTINADA PARA FAZER A RECUPERAÇÃO OU AS ATIVIDADES ATRASADAS (DO BLOG DA ESCOLA OU DO CLASSROOM).

 

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika) e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 17/12

 

Alunos que precisam fazer a recuperação:

Números: 3; 4; 7; 8; 10; 12; 19; 20; 23; 24

 

RECUPERAÇÃO

 

Objetivo: Essa recuperação permite que você entre em contato com os temas mais importantes trabalhados no segundo e terceiro bimestres: o contato entre europeus e indígenas no século XVI e um dos primeiros produtos produzidos na colônia, o açúcar.

Leia com atenção os textos abaixo e responda as questões no caderno:

Texto 1: Os primeiros contatos

Os portugueses não encontraram de imediato os tão cobiçados metais preciosos quando chegaram aqui. Por essa razão, nas terras americanas, a Coroa limitou-se inicialmente a enviar expedições com o fim de estudar a costa do território.

Nos primeiros anos, as relações entre portugueses e indígenas foram marcadas por um estranhamento mútuo. Os europeus não compreendiam o modo de vida dos indígenas, a organização social dos povos e a ausência de propriedade privada da terra. Por sua vez, os indígenas estranhavam a aparência dos portugueses, de pele clara, com barbas longas e usando muitas roupas.

Apesar do espanto e da incompreensão mútua, os primeiros contatos entre as duas culturas foram pacíficos. O interesse dos portugueses em obter mão de obra para seus empreendimentos na América, porém, os levou a escravizar um considerável número de nativos, e isso gerou violentos conflitos, que provocaram a morte de milhares de indígenas.

Outro fator que contribuiu para essas mortes foi a disseminação de doenças trazidas nos navios europeus, como a varíola, a gripe, o sarampo, a tuberculose e a lepra. Os indígenas não possuíam imunidade contra essas doenças, e o contato com elas teve um efeito devastador nas populações nativas.

Texto 2: A organização do engenho e a produção de açúcar

A palavra engenho, equipamento utilizado para moer cana, passou a designar no período colonial “a fazenda produtora de açúcar em seu conjunto, com seus canaviais, lavoura de subsistência, instalações para a produção de açúcar, casa-grande, senzala e outras dependências”.

O engenho tornou-se, assim, sinônimo da grande propriedade açucareira. A casa do engenho reunia os equipamentos necessários à fabricação do açúcar. Na moenda se extraía o caldo da cana, que depois era levado às caldeiras para ser fervido. O melaço que saía das caldeiras era colocado em fôrmas na casa de purgar e lá permanecia por vários dias até cristalizar. Após desenformado, ficava ao sol por até vinte dias. Na caixaria, etapa final da produção, o açúcar era pesado e embalado em caixas para o transporte. A maior parte do produto seguia para o porto em direção à Europa.

Texto 3: O trabalho dos escravos

A primeira mão de obra explorada nos engenhos de açúcar foi a do indígena escravizado. Na segunda metade do século XVI, o trabalho do indígena passou a ser substituído pelo do africano escravizado, por causa da grande lucratividade do tráfico negreiro e da escassez da mão de obra nativa, provocada pela mortandade e pelas constantes fugas.

Os escravos exerciam a maior parte das atividades no engenho. O grupo mais numeroso trabalhava nos canaviais, sujeito a uma jornada exaustiva. Eles plantavam, colhiam e transportavam a cana até a moenda. Os equipamentos da colheita eram muito simples: os escravos tinham apenas facão e foice para o corte. Na produção do açúcar trabalhava um número menor de cativos. Eles desempenhavam funções especializadas nas moendas, nas caldeiras e nos tachos, sob a supervisão do mestre de açúcar e do feitor.

Questões:

a) O que os portugueses buscavam encontrar aqui na América logo que suas embarcações chegaram?

b) Como foram as primeiras relações entre portugueses e indígenas?

c) Segundo o texto 1, o que acabou levando à conflitos e mortes dos povos indígenas?

d) Segundo o segundo texto, como era o funcionamento de um engenho de açúcar?

e) Por que a mão de obra indígena foi substituída pela mão de obra escrava?

f) Como era o dia a dia de trabalho de um escravo?

 

ATIVIDADES DA SEMANA DE 07/12 ATÉ 11/12

ESTA SEMAMA SERÁ DESTINADA PARA FAZER ATIVIDADES ATRASADAS (DO BLOG DA ESCOLA OU DO CLASSROOM).

 

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), no classroom e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 14/12

 

ATIVIDADES DA SEMANA DE 30/11 ATÉ 04/12

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 07/11

 

Objetivo da aula: Compreender como se fazia o tráfico de escravizados da África para a América e as principais características dessa atividade, analisando as fontes.

As imagens dessa atividade também estão disponíveis no Caderno do Aluno, volume 4, páginas 201 e 202.

 

Tema da aula: A escravidão na América

 

Fonte 1: Principais regiões da África fornecedoras de escravizados entre os séculos XV e XVI

 


 


 

Fonte 2: Mapa político da África:





 

Fonte 3: Tráfico de escravizados partindo da África, de 1500-1900.





 

Atividade:

a) Quais lugares do continente africano (fontes 1 e 2) foram os maiores pontos de saída dos negros escravizados?

b) Segundo a fonte 3, quais eram os principais destinos na América dos africanos escravizados.

 

Fonte 4: O Castelo de São Jorge da Mina.

Foi a primeira construção realizada pelos portugueses, em 1482, com a função de feitoria para o comércio dos portugueses no litoral de Gana, na África. Foi um dos principais portos de embarque dos negros escravizados entre o século XVI e XIX, além de Benin. Atualmente, fica na cidade de El Mina, em Gana, no litoral da África Ocidental.

 

 



 

Atividade:

a) Observando a fonte 4, descreva como era o Castelo de São Jorge da Mina.

b) Qual era a função do Castelo de São Jorge da Mina? Qual sua importância para o tráfico dos negros escravizados?

c) Quais eram os dois principais portos de embarque dos escravizados, segundo as informações acima?

d) Qual o significado do Castelo de São Jorge para os africanos atualmente? Explique.

 

  ATIVIDADES DA SEMANA DE 20/11 ATÉ 27/11

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 30/11

 

Objetivo da aula: compreender e comparar a escravidão em diversos povos da antiguidade com a utilizada aqui na América, através da leitura de texto e imagem.

O texto e a imagem dessa atividade estão disponíveis também no Caderno do Aluno, volume 4, páginas 197 e 198.

 

Tema da aula: Escravidão antiga e medieval

 

Fonte 1 - Texto: Escravidão antiga e servidão medieval 

A escravidão foi uma prática exercida por diferentes povos ao longo da História, já havendo menções a essa forma de exploração do trabalho no Código de Hamurabi, escrito em aproximadamente 1750 a.C., na Mesopotâmia. 

Sabe-se que, no Egito antigo, a prática não existiu antes do século IV a.C. No entanto, outras formas de servidão eram praticadas na civilização egípcia, como o trabalho temporário que os camponeses livres prestavam para o Estado.

Em Roma, nos períodos republicano e imperial, a maior parte dos indivíduos escravizados eram prisioneiros das guerras de conquistas, mas eles também podiam ser colocados nesta condição por conta de suas dívidas ou por terem sido condenados pela justiça. Toda a produção das grandes propriedades de terra e os serviços realizados nas obras públicas e nas residências dos patrícios eram feitos por escravos.

Na Grécia antiga, a escravidão era considerada necessária e “natural” para a manutenção da produtividade econômica. Atenienses a consideravam importante para garantir a participação política dos cidadãos nas Assembleias. Eles escravizavam prisioneiros de guerra, mas também comercializavam escravizados com povos vizinhos.  Nas sociedades gregas, os escravos não tinham direitos políticos ou sequer eram considerados como pessoas, sendo vistos como um “bem”, ou um objeto.

Entre os hebreus a condição também era determinada por dívidas ou pelos conflitos. No entanto, caso o escravo fosse de origem hebreia, essa condição se tornava temporária.

Astecas capturavam e submetiam seus prisioneiros de guerra a essa condição de exploração, sendo também ela imposta em casos de endividamento. Entretanto, esses cativos podiam ser libertados, possuir pertences e até mesmo outros escravos, também não sendo a condição hereditária.

Houveram, portanto, diferentes formas de escravidão. Mas, durante a antiguidade, a questão racial não era critério para tornar ninguém escravo. Durante a Idade Média na Europa, a prática da escravidão era comum até o século VII, sendo reprimidos os casamentos entre indivíduos livres e escravizados. A partir do século IX, a escravização de cristãos reduziu por influência da Igreja católica.  Contudo, o comércio de cativos não cristãos continuou sendo praticado por árabes, vikings e venezianos, que vendiam homens e mulheres capturados no leste europeu (eslavos, principalmente) e no norte da África.

No início do século XI, a escravidão de tradição antiga praticamente não era mais praticada na Europa medieval. A servidão passou a ser, então, a forma de trabalho mais praticada. Os servos eram indivíduos livres, mas tinham uma relação de dependência em relação aos seus senhores e estavam sujeitos a obrigações e taxas. Não podiam deixar a terra, mas também não podiam ser expulsos dela, o que lhes garantia proteção e sobrevivência. 

(Fonte: Caderno do Aluno, volume 4, página 197)

 

Fonte 2 – Mosaico:

 



Piso de mosaico de Duga, Tunísia (século III d.C.). Os dois escravizados servem bebidas, possivelmente vinho, usam o vestuário comum entre escravizados e trazem no pescoço um amuleto contra o mau-olhado. O rapaz da esquerda segura as toalhas e o da direita um ramo e um cesto de flores. Essa representação era uma forma de boas-vindas aos convidados.

(Fonte: Wikipédia. Museu Nacional do Bardo, Túnis, Tunísia.)

 

Atividade: Após a leitura do texto e da imagem acima, responda:

a) Identifique alguns motivos que poderiam levar à escravidão na Antiguidade segundo a fonte 1.

b) O que a fonte 2 retrata? Em qual período se passa a cena? Quem são os personagens que servem bebida?

c) O que mais chamou sua atenção na imagem? Justifique.

d) Segundo as fontes, a questão racial era critério para alguém se tornar escravizado na Antiguidade?

e) A escravidão foi adotada em toda América na época da colonização, mas quem era considerado escravo aqui? Podemos dizer que a escravidão aqui na América adotava um caráter racial pra escravizar pessoas?

 

Esta aula do CMSP trabalha com o texto e a imagem acima e pode ajudá-los a entender o tema: https://www.youtube.com/watch?v=uflpXf__irA&list=PLXyA-zl-y4WFcGCmMHcmKiqA8n4ixDEQc&index=34&ab_channel=7oanoEF-CMSP

   ATIVIDADES DA SEMANA DE 16/11 ATÉ 20/11

PREZADO ALUNO, 

APLICAÇÃO  DA AVALIAÇÃO  PROCESSUAL,  TERÁ  INICIO , EM 13/11 ATÉ  23/11/2020,SERÁ  ON LINE.
INFORMAMOS DA OBRIGATORIEDADE DA REALIZAÇÃO  DA REFERIDA AVALIAÇÃO, PARA EFEITO DE  MÉDIA  FINAL DO ANO LETIVO DE 2020.
💢A AVALIAÇÃO  CONSTITUE DE 26 QUESTÕES  DE PORTUGUÊS  E 26 DE MATEMÁTICA 
💢SIGA  AS INSTRUÇÕES  PASSO A PASSO PARA ACESSAR A AVALIAÇÃO:
💢ENTRAR NA SED-SECRETARIA ESCOLAR DIGITAL 
https://sed.educacao.sp.gov.br/
PREENCHA OS DADOS DE LOGIN E SENHA 
LOGIN: (NÚMERO  RA)
SENHA: DATA DE NASCIMENTO ( Se não mudou)
NO MENU, SELECIONE AS  OPÇOES:
💢  PEDAGÓGICO 
💢PLATAFORMA  CAED
CLIQUE EM CADERNO 
DE ATIVIDADES  DE PORTUGUÊS  E MATEMÁTICA 
CLIQUE EM INICIAR,LEIA COM ATENÇÃO AS QUESTÕES,  ESCOLHA A RESPOSTA CORRETA, CLIQUE EM PRÓXIMO 
CHEGANDO NA ÚLTIMA QUESTÃO,  CLIQUE EM FINALIZAR. APÓS FINALIZAR NÃO  PODERÁ  RETORNAR  A PROVA.
APÓS  O INÍCIO  DA AVALIAÇÃO   O ALUNO PODERÁ  FINALIZAR EM ATÉ  48 HORAS CORRIDAS.
O ALUNO QUE NÃO  DISPOR DE RECURSOS  TECNOLÓGICOS,  PODERÁ  FAZER  A AVALIAÇÃO  NA ESCOLA,  NO HORÁRIO  DAS 8:00 ÀS 20: 00 HORAS  , COM OS COORDENADORES BENILTON  OU EDUARDO  SEGUINDO O PROTOCOLO DE SEGURANÇA CONTRA O COVID 
FONE ESCOLA: 3425-3044
3425-2107

OU PODERÁ  REALIZAR A AVALIAÇÃO  PELO APLICATIVO  CAED:
ABRIR O PLAY STORE GOOGLE
PESQUISAR  APLICATIVO:
💢CADERNOS DE ATIVIDADES DE SÃO  PAULO( CAED-UFJF)
CLIQUE  EM ENTRAR
DIGITAR RA E SENHA
APARECERÁ  AS OPÇÕES  DE AVALIAÇÃO  PORTUGUÊS  E MATEMÁTICA 
LEIA COM ATENÇÃO , MARCANDO  UMA RESPOSTA
O TEMPO SERÁ  DE 48 HORAS  , PARA RESPONDER ÀS  QUESTÕES,  APÓS  TER  INICIADO O TESTE.
FINALIZAR
APÓS  FINALIZAR NÃO  PODERÁ  RETORNAR A PROVA.
CASO VOCÊ  TENHA QUALQUER DÚVIDA,  PEÇA  AJUDA AO SEU PROFESSOR 

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ALUNOS: NÃO DEIXE PARA ÚLTIMA  HORA , REALIZE O QUANTO ANTES A AVALIAÇÃO   ...
FAÇA  COM ATENÇÃO,  BOA PROVA

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-Assista ao vídeo para esclarecer suas dúvidas:

https://www.youtube.com/watch?v=j389erhv-QY

https://www.youtube.com/watch?v=oB6uaAx4Tek

ATIVIDADES DA SEMANA DE 09/11 ATÉ 13/11

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 16/11

 

Objetivo da aula: compreender a importância do fortalecimento dos estados nacionais e do poder dos reis presente na política de vários países europeus durante a Idade Moderna relacionando-o com o mercantilismo.

A fonte e imagens abaixo estão disponíveis no Caderno do Aluno, volume 4, páginas 193 e 194.

 

Tema da aula: O mercantilismo e o absolutismo

 

O mercantilismo, que, durante a Idade Moderna, entre os séculos XV e XVIII, esteve presente na política econômica de diversos países europeus. Seus principais pontos eram: o fortalecimento dos estados nacionais, com o objetivo de acumular riqueza e dar poder ao rei; a busca por exportar mais do que importar; o protecionismo, que visava proteger o mercado interno; o acúmulo dos metais preciosos para o tesouro da riqueza nacional; monopólios comerciais em benefício do país; e o Pacto Colonial, que consistia na exploração das colônias a fim de garantir uma balança comercial.

 

Fonte 1- Texto historiográfico

Os cinco primeiros livros da Politique de Bossuet, destinados ao Delfim [herdeiro do trono francês], insere-se nesse movimento de exaltação à glória monárquica. Bossuet dedicou-os para falar da origem do poder e da autoridade do príncipe. Com isso, a teoria do direito divino, justificadora do absolutismo, que se conhecia já há muito tempo, atinge o seu ponto culminante. Desde as civilizações da Antiguidade oriental, tem sido prática comum justificar o poder da realeza por delegação divina. Mas foi no século XVII que a divinização da realeza atingiu o clímax. Conforme afirma [o historiador] Marc Bloch, “o século XVII, mais que qualquer outra época, sublinhou abertamente a natureza quase divina da monarquia e, até do rei”. [...]

No século XVII há uma grande relação entre arte e poder. Luís XIV e seus conselheiros preocupavam-se muito com a imagem real, por isso recorreram a todas as formas de representações para aumentar a sua glória. Segundo o historiador Peter Burke, “os escritos do período não deixam dúvida acerca da importância da reputação ou glória de reis ou nobres semelhantes”. No século XVII, o que realmente significava esta glória tão almejada pela realeza e nobres? De acordo com este autor, num dicionário do período, glória distinguia-se de louvor porque “o louvor é dado por indivíduos e a glória por todo o mundo”.

Situado a dezoito quilômetros de Paris, Versalhes foi um dos meios utilizados por Luís XIV para representar a sua glória. Sem dúvida, Luís XIV utilizou Versalhes como um cenário, um instrumento para ostentar o seu poder. [...] as artes eram úteis porque contribuem para a glória de Luís XIV. Ele desejava que todos os artistas usassem o seu talento artístico para uma maior glorificação do Rei Sol. Foi com este propósito que ele estimulou a produção e impôs a disciplina nas Belas-Artes criando o academismo, que significava a regulamentação, a palavra de ordem na produção intelectual e artística. Os artistas incumbidos da tarefa de elaborar a nova imagem do soberano deviam se reunir nas novas instituições controladas pelo Estado, as academias”.

(Fonte: OLIVEIRA, M. I. B.de M. O príncipe pacífico: Bossuet, Luís XIV e Antônio Vieira.)

 

Fonte 2: Retrato de Luís XIV em traje de coroação, 1702, de Hyacinthe Rigaud. Palácio de Versalhes.




 

Fonte 3: Elizabeth II, rainha do Reino Unido e dos Reinos da Comunidade de Nações, desde 1952.




 

Atividade: A partir da leitura da fonte 1 e das duas imagens (fontes 2 e 3), responda:

a) Copie 5 palavras-chave que indiquem as principais ideias do texto (fonte 1).

b) Analise as fontes 2 e 3 (imagens), observando os trajes e os objetos que cada monarca carrega e que possam demonstrar poder e liderança. Explique o que o simbolismo desses trajes representam.

c) Nas fontes 2 e 3, qual a semelhança e a diferença que podemos observar entre os monarcas? Explique.

d) Qual é a teoria que, de acordo com o texto, justificava o Absolutismo?

 

Aula do Centro de Mídias:

https://www.youtube.com/watch?v=uN9eE8Czf9g&list=PLXyA-zl-y4WFcGCmMHcmKiqA8n4ixDEQc&index=33&ab_channel=7oanoEF-CMSP

   ATIVIDADES DA SEMANA DE 03/11 ATÉ 06/11

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 09/11

 

Objetivo da aula: compreender a passagem do mercantilismo para o capitalismo, um fenômeno econômico europeu que interferiu na dinâmica do mundo ocidental. Vocês devem reconhecer os sistemas de produção e a diferença entre eles, bem como os fatores das mudanças culturais, sociais e científicas no período.

 

Tema da aula: Do mercantilismo ao capitalismo

 

O feudalismo, que atingiu seu apogeu entre os séculos IX e XI, durante a Idade Média, caracterizou-se pela agricultura de subsistência, trabalho servil e quase estagnação do comércio e da circulação de moedas.

O mercantilismo, por sua vez, praticado entre os séculos XVI e XVIII, constituía-se em um sistema econômico caracterizado pela intensa atividade comercial sob controle do Estado (intervencionismo estatal) para proteger a economia interna, promovendo a colonização de outros territórios para garantir o monopólio, utilizando muitas vezes mão de obra escravizada nas colônias.

Essas características são antagônicas ao capitalismo, caracterizado pelo trabalho assalariado, acumulação de capital, valorização da propriedade privada e pouca interferência do Estado na economia – a base desse modelo econômico, que ao longo da história modificou-se por conta de diversas crises.

(Caderno do aluno, volume 4, página 193.)

 

Atividade 1:

Identifique no texto e descreva as características dos sistemas a seguir:

a) feudalismo.

b) mercantilismo.

c) capitalismo.

 

Atividade 2:

            Vamos produzir uma história em quadrinhos?

1°. O tema será a contribuição da produção colonial brasileira para o mercantilismo português.

2°. Lembre-se de nossas atividades anteriores, pesquise outras fontes se quiser e busque as informações para a sua HQ.

3°. Sugestões de temas: Pau-brasil; Especiarias do Sertão; Cana de Açúcar; Ouro.

4°. Agora crie uma história que mostre um pouco da vida no Brasil colonial, mostrando o produto que escolheu, como era feita sua produção ou extração, a mão de obra utilizada, para onde ia essa mercadoria e o que mais você quiser!

5°. Boa inspiração!

 

 

 

 ATIVIDADES DA SEMANA DE 26/10 ATÉ 30/10

Disciplina: História

Ano: 7ºC

Prof.: Erika

Atividade: de 26/10 a 30/10

Entrega: até 03/11

 

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 03/11

 

Objetivo da aula: compreender a passagem do mercantilismo para o capitalismo, um fenômeno econômico europeu que interferiu na dinâmica do mundo ocidental. Vocês devem reconhecer os sistemas de produção e a diferença entre eles, bem como os fatores das mudanças culturais, sociais e científicas no período.

 

Tema da aula: Mercantilismo

 

 

 

 

Observe esta fonte fotográfica e responda:




 

a) O qual é o objeto da imagem?

b) Explique por que este objeto é importante para a sociedade hoje.

c) Em outras épocas, você acha que esses objetos tiveram a mesma importância?

 

Texto 1

Na Idade Média (séculos V ao XV), o feudalismo possuía uma ordenação econômica e social muito própria, separando a sociedade em estamentos (em grupos sociais de acordo com seus privilégios, sendo eles a nobreza, o clero e os servos).

 A partir do século XI, ocorreu uma série de transformações na vida feudal, especialmente nas cidades, que revitalizou o comércio. Foi o chamado Renascimento Comercial e Urbano, marcado pelo reaparecimento das feiras, do comércio a longa distância, da circulação de moedas e dos bancos.

A expansão do comércio e a consequente ascensão da burguesia afetaram as relações sociais e interferiram na vida política que, então, passava por um processo de centralização do poder. Se a posse de terra era o principal indicador de riqueza na Idade Média, a partir do século XV o dinheiro tornou-se a nova medida de riqueza. Nesse contexto de transição do feudalismo para o capitalismo, ocorreu a expansão marítima europeia e surgiu o mercantilismo econômico.

(Caderno do aluno, volume 4, página 192.)

 

 

 

Texto 2

Chamou-se mercantilismo o conjunto de ideias e práticas econômicas dos Estados europeus voltadas para o comércio e que vigoraram entre os séculos XVI e XVIII. Foram elas:

I. Metalismo: quanto mais metais preciosos (ouro e prata) a nação possuir, mais rica ela será;

II. Protecionismo: incentivo à produção e ao comércio nacional para afastar a concorrência estrangeira, o que incluía cobrar taxas alfandegárias altas sobre produtos importados;

III. Pacto colonial: o comércio colonial é exclusivo da metrópole, que controla a produção da colônia e proíbe comércio direto da colônia com outras nações;

IV. Balança comercial favorável: exportar mais do que importar para ter saldo econômico positivo.

(Caderno do aluno, volume 4, página 192.)

 

Atividade: De acordo com os textos acima, responda:

a) O que marcou o Renascimento Comercial e Urbano?

b) O que se tornou o medidor de riqueza de uma região nesse período?

c) Explique as principais características do Mercantilismo.

d) Na atualidade, existem situações similares à balança comercial favorável? Justifique.

 

 

 

 

 ATIVIDADES DA SEMANA DE 19/10 ATÉ 23/10

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 26/10

 

Objetivo da aula: compreender como ocorreu o tráfico de escravos entre a África e o Brasil durante o período da colonização e as principais características dessa atividade.


Tema da aula: A dinâmica do tráfico negreiro


Texto 1:

Em 2011, um tesouro foi descoberto por acaso na cidade do Rio de Janeiro. Escavações feitas para reformas urbanas encontraram as ruínas do chamado Cais do Valongo, construído no começo do século XIX na zona portuária da cidade, onde ocorriam o desembarque e o comércio de africanos escravizados.

No Cais do Valongo, desembarcaram mais de 500 mil africanos escravizados. Ao longo do tempo, ele passou por reformas e, em 1911, foi totalmente aterrado. Atualmente, o lugar passou a ser estudado como sítio arqueológico e recebeu o título de Patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura.

Assim como o porto do Rio de Janeiro, outros portos espalhados ao longo da costa brasileira serviram como local de desembarque (e às vezes de comércio) de homens e mulheres africanos escravizados: E assim, depois de longa e traumática travessia, os africanos chegavam aos portos do Brasil: Rio de Janeiro, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém e São Luís eram os principais [...].

No século XVII foram, sobretudo, Salvador e Recife que se firmaram como grandes portos, e de lá cativos seguiam também para o Maranhão, Pará e rio Amazonas. [...] no século seguinte, o porto do Rio de Janeiro ganhou impulso significativo, e daí os escravizados eram reexportados especialmente para Minas Gerais, Mato Grosso e Colônia do Sacramento, ao sul da colônia, no território do atual Uruguai.

(SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia.)








(Cais do Valongo, RJ. Patrimônio Histórico da Humanidade.)

 

Atividade 1:

1) Por que você acha que as autoras do trecho acima dizem que os africanos capturados passavam por uma “longa e traumática travessia”?

2) Por que o porto no Rio de Janeiro ganhou destaque no século XVIII? Por que os escravizados que lá chegavam eram revendidos para as Minas Gerais?

 

Texto 2:

E do outro lado do Atlântico, na costa do continente africano, quais serão os lugares ligados à história do tráfico de africanos, como o Cais do Valongo? Um desses lugares é a fortaleza de São Jorge da Mina, localizada em Gana, um atual país da África Ocidental.

Construída no século XV para servir de base ao comércio português na África, a fortaleza se transformou em um entreposto no século XIX, onde os cativos capturados pelos comerciantes de escravizados aguardavam o embarque para o Brasil e para outros locais da América.

Segundo historiadores, os africanos trazidos ao Brasil pelo tráfico negreiro eram embarcados, no continente africano, sobretudo nos portos das chamadas costa da Mina e de Luanda e Benguela. Os principais portos da costa da Mina eram o de São Jorge da Mina e Benin, onde hoje estão localizados, aproximadamente, Benin, Gana, Togo e Nigéria. Luanda e Benguela estão localizados em Angola.

Os indivíduos embarcados nessas duas áreas eram capturados, geralmente, no interior do continente africano, em diversos reinos envolvidos com o tráfico de escravizados. No século XIX, o comércio de escravizados também passou a ser feito nos portos da costa oriental do continente africano. Os escravizados originários dessa região que chegavam ao Brasil eram chamados de moçambiques. Africanos de vários grupos étnicos foram, portanto, enviados para o Brasil, havendo algumas variações na dinâmica do tráfico entre os séculos XVI e XIX.

(Livro didático Araribá, página 235.)

 

Atividade 2:

1) No período do tráfico de escravizados, qual era a função de construções como a fortaleza de São Jorge da Mina?

2) Quais eram as principais regiões do continente africano em que ocorria o embarque dos africanos escravizados?

3) Podemos afirmar que a dinâmica do tráfico negreiro foi sempre a mesma? Ou houve alterações entre os séculos XVI e XIX?

 

ATIVIDADES DA SEMANA DE 13/10 ATÉ 16/10

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 19/10

 

Objetivo da aula: compreender como aconteceu a exploração do ouro em território brasileiro durante o período da colonização e as principais características dessa atividade, que se utilizava da mão de obra escrava.

 

 

Tema da aula: O trabalho na extração do ouro

 

Texto 1: Africanos escravizados e libertos

 

A descoberta de ouro e pedras preciosas fez multiplicar a entrada de escravizados africanos na colônia portuguesa. Para se ter uma ideia, entre o final do século XVII e o final do século seguinte, mais de 2 milhões de escravizados africanos entraram nos portos brasileiros, o triplo de todos os anteriores somados.

O cotidiano dos escravizados que trabalhavam diretamente nas minas era muito duro. Eles ficavam longas horas com os pés na água extraindo o ouro no leito dos rios e eram frequentes vítimas da tuberculose e de outras doenças pulmonares. Nas galerias subterrâneas, estavam sujeitos à asfixia e ao risco de soterramento.

Nas regiões mais urbanizadas, havia os chamados escravos de ganho. Eles eram autorizados pelos senhores a exercer atividades remuneradas, geralmente no pequeno comércio. Com o dinheiro obtido vendendo galinhas, frutas e doces, ou mesmo trabalhando no garimpo, o escravizado pagava ao senhor uma quantia estipulada e ficava com o excedente, muitas vezes conseguindo, com o tempo, juntar dinheiro suficiente para comprar sua alforria. As chamadas negras quitandeiras constituíram um caso comum desse tipo de escravizado.

A possibilidade de obter a alforria teria sido, segundo parte da historiografia, um mecanismo de controle social, isto é, uma forma de evitar levantes. Para os proprietários, a promessa da alforria criava condições para conviver em relativa segurança com uma maioria de oprimidos. Os alforriados, contudo, continuavam carregando o estigma da escravidão e permaneciam excluídos dos cargos de poder.

(Fonte: livro didático Projeto Araribá.)

 

Atividade 1: Segundo o texto acima, responda:

1) O que aconteceu com o número de escravizados após a descoberta do ouro?

2) Como era o dia a dia dos escravos que trabalhavam na extração do ouro?

3) Com o crescimento das cidades surgiram os “escravos de ganho”, quais eram as suas atividades?

4) A alforria era a liberdade dada ao escravo. Qual a importância dessa medida, segundo o texto?

 

Atividade 2: Leitura de gráfico:



https://blogger.googleusercontent.com/img/proxy/AVvXsEhL4Ygr5qIcDO3YHkYwOhWT-DlU8bDTojLEBKWcZMXaVYlRw-FlgWv799RylKJLVWyni84jKNGBfb2HIJCLCAfPa94MWY90aEfVaZKAkX8cMp_KcOX8lPHdNjZJJKebiKVvWvgAtxbeOkixOrAkI80crImFYhJ1XElXOm098z5cJR-YRN4Szk_I17RQkJIIVc55n5Wy0eriTldGtz1YCvPpKUsRa-A=s0-d

 

1) Quais os motivos que explicam o grande crescimento populacional na América portuguesa entre 1690 e 1780.

2) De acordo com as informações do gráfico, em 1798 havia mais pessoas livres ou escravizadas no Brasil?

3) Com base nesse gráfico, o que você pode concluir sobre a sociedade mineira?

 

Aula do Centro de Mídias:

https://www.youtube.com/watch?v=O--BDARw9oY&list=PLXyA-zl-y4WFcGCmMHcmKiqA8n4ixDEQc&index=27&ab_channel=7oanoEF-CMSP

 

 


 ATIVIDADES DA SEMANA DE 28/09 ATÉ 02/10

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 05/10

 

Objetivo da aula: compreender como aconteceu a exploração do ouro em território brasileiro durante o período da colonização e as principais características dessa atividade, assim como o interesse de Portugal e as consequências desse modo de exploração.

 

Tema da aula: A exploração do ouro

 

As primeiras descobertas de ouro e de diamantes na região que mais tarde foi chamada de Minas Gerais não têm data e local precisos. Provavelmente, elas ocorreram em fins do século XVII, ou seja, no final dos 1600, em meio às expedições paulistas. Confirmada a existência das lavras, a notícia se difundiu por diversas regiões da colônia e da metrópole portuguesa. Um grande contingente de pessoas, de origens e condições sociais variadas, foi atraído para a chamada região das Minas.

O padre jesuíta André João Antonil descreveu o acontecimento: “Cada ano vêm nas frotas quantidade de portugueses e de estrangeiros para passarem as Minas. Das cidades, vilas, recôncavos e sertões do Brasil vão brancos, pardos e pretos e muitos índios, de que os paulistas se servem. A mistura é de toda condição de pessoas: homens e mulheres, moços e velhos, pobres e ricos, nobres e plebeus, seculares e clérigos [...].”

(ANTONIL, André João. Cultura e opulência do Brasil.)

 

Com o aumento da população por causa da mineração, formaram-se vários novos povoados. Além disso, a atividade mineira impulsionou o deslocamento do eixo econômico colonial das áreas de produção açucareira no litoral nordestino para o interior do território, na região centro-sul da colônia.

 

  • Disputas na terra do ouro:

As primeiras descobertas de ouro na região das Minas foram reivindicadas pelos bandeirantes paulistas, que passaram a exigir o direito de explorá-lo com exclusividade. Entretanto, a informação sobre a localização das minas se espalhou rapidamente e atraiu para a região muitas pessoas, como aventureiros, colonos, tropeiros, comerciantes, estrangeiros e funcionários da Coroa. Essas pessoas foram chamadas pejorativamente pelos paulistas de emboabas. Diversas disputas pelo controle da área mineradora levaram a um enfrentamento armado entre paulistas e emboabas, que ficou conhecido como Guerra dos Emboabas e que ocorreu entre 1707 e 1709. Os exploradores paulistas, derrotados, viram-se obrigados a continuar as expedições à procura de metais preciosos em outras regiões. Depois do conflito, a Coroa portuguesa aumentou sua presença na região das Minas, fundando vilas administradas por funcionários ligados ao reino.

(Fonte: Livro didático Projeto Araribá.)

 

Vocabulário:

Lavra: Local de onde podem ser extraídos metais ou pedras preciosas.

Emboaba: Na língua dos paulistas da época, significava “pássaro de pés emplumados”. Referia-se às botas e calças utilizadas pelos colonos, vistas com estranheza pelos paulistas, que andavam descalços.



 


(“Lavagem do minério de ouro, proximidades da montanha de Itacolomi”, Johann Moritz Rugendas, aquarela sobre papel, 30 x 26 cm, 1835.)

Atividade:

1) Segundo o texto, qual o local e por volta de que período foi encontrado ouro em território brasileiro?

2) Qual a mensagem do padre jesuíta André João Antonil sobre os acontecimentos após encontrado o ouro?

3) E quais mudanças significativas ocorreram no território brasileiro após a descoberta do ouro?

4) Qual o conflito gerado pela disputa do ouro? Quando ocorreu e qual sua principal causa?

5) Artistas europeus que viviam aqui retrataram o cotidiano de trabalho na extração do ouro. Observe a pintura acima e descreva o que você observou nela, assim como quem a produziu, o título da obra e o ano em que foi produzida.

 

 

ATIVIDADES PARA A SEMANA DE 21/09 ATÉ 25/09   7C

 

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Não esqueça de se identificar com nome e serie!

Entrega: até 28/09

 

Tema da aula: A economia açucareira

 

Objetivo da aula: esta aula propõe uma reflexão sobre a lógica mercantil e o domínio europeu, compreendendo mecanismos, tal como a produção do açúcar. Também leva a compreender as relações de poder e as transformações sociais, políticas e econômicas desse período da nossa história.

 

Texto: Os engenhos de açúcar

 

A produção de açúcar foi uma das principais bases econômicas, sociais e culturais no Brasil Colonial, entre meados dos séculos XVI e XVIII. Sua implementação ocorreu por meio da importação pelos portugueses do sistema de sesmarias, responsável pela distribuição de terras para produção agrícola na, então, colônia portuguesa. Esse processo foi fundamental para a ocupação territorial, que, aos poucos, formou boa parte do que hoje representa a geografia atual do Brasil.

Nesse período, formaram-se os engenhos, que eram as unidades produtivas responsáveis pela moenda da cana-de-açúcar, além de concentrar o exercício de outras atividades importantes para o período, conhecido como Ciclo do Açúcar.

A partir de então, a produção de açúcar passou a desempenhar um papel fundamental sob diversos aspectos de todo o sistema colonial português. Além do seu impacto na alimentação, na colônia e também no mundo, sua produção em grande escala permitiu maiores acessos ao produto. Todo o seu sistema de produção acabou formando também as bases sociais de todo o período e possui heranças até os dias de hoje. Os engenhos foram, portanto, o principal modelo de unidade produtiva de uma das bases econômicas do Brasil Colonial.

 

Mas como funcionavam os engenhos de açúcar?

 

Portugal estabelecia uma série de normas e regras às suas colônias com o objetivo de manter uma exclusividade comercial tanto na compra de matérias-primas a preços baratos quanto na venda de produtos manufaturados a preços mais elevados. Esse conjunto de regras e normas ficou conhecido como Pacto Colonial.

Em um primeiro momento, entre o século XVI e o início do XVII, os indígenas foram utilizados como mão de obra escrava. Contudo, uma série de problemas começou a se colocar frente à escravização indígena. Os primeiros contatos com diferentes povos nativos e complicações como epidemias e choques culturais dificultavam o apresamento desses povos. Ao mesmo tempo, os jesuítas, que chegaram em missão à colônia brasileira em meados do século XVI, passaram a se opor à utilização dos índios para trabalhos forçados.

Diante dessas dificuldades, o tráfico negreiro possibilitou a substituição da mão de obra indígena pelos africanos escravizados. A escravidão africana, os latifúndios (grandes propriedades) e a monocultura de exportação passaram a ser as bases do sistema que ficou conhecido como plantation. Esse quadro é fundamental para entendermos o funcionamento do engenho e como essa dinâmica atingiu diretamente a estrutura social que se formava na colônia.

Os engenhos eram compostos pela casa-grande, onde morava o dono da grande propriedade, conhecido como senhor de engenho, e sua família; a senzala, onde ficavam os escravizados; a casa de engenho, onde era feita a moagem; a capela, onde as atividades religiosas eram exercidas; e a propriedade agrícola, onde estavam os canaviais, pastagens e terras dedicadas ao cultivo de alimentos.

Nos engenhos eram produzidos também destilarias para a fabricação da cachaça brasileira, que era utilizada, inclusive, como escambo (troca) entre os escravizados.

(Adaptado do site Mundo Educação Uol)

 


 

Legenda da imagem: 1- casa-grande; 2- capela; 3- senzala; 4- roda d'água; 5- moenda; 6- fornalha; 7- cozimento do caldo; 8- casa de purgar; 9- roça; 10- moradia trabalhadores livres; 11- canavial; 12- roça dos escravos; 13- transporte de cana; 14- transporte de lenha para a fornalha.

 

Atividade: De acordo com o texto acima, responda:

1. O que era o sistema de sesmarias e por que ele foi importante?

2. Segundo o texto, qual a importância dos engenhos?

3. Como funcionava o Pacto Colonial estabelecido por Portugal?

4. Quais foram os problemas encontrados ao utilizar a mão de obra indígena? E por qual mão de obra foi substituída?

5. Quais as bases do sistema que ficou conhecido como plantation?

6. Como funcionavam os engenhos?

 

Aula do CMSP:

https://www.youtube.com/watch?v=zEcZgZkrkRg&ab_channel=7oanoEF-CMSP

 

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).
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Entrega: até 21/09

Objetivo: As questões a seguir tem como objetivo aprofundar os conhecimentos e são referentes aos temas estudados ao longo deste ano. Elas abarcam, portanto, desde o Renascimento, as grandes navegações e a formação das monarquias europeias, até o início do período colonial brasileiro. Leiam com atenção e marquem as alternativas que julgarem corretas.

1. Qual das alternativas abaixo apresenta características do Renascimento Cultural?
a) Teocentrismo; valorização da cultura egípcia; valorização da religião; estética fora da realidade.
b) Geocentrismo; valorização apenas de temas religiosos; influência do misticismo; estética monocromática.
c) Temas não relacionados com a realidade; pobreza de cores nas pinturas; Teocentrismo; valorização de temas abstratos.
d) Antropocentrismo; valorização da cultura greco-romana; valorização da Ciência e da razão; busca do conhecimento em várias áreas.

2. "O comércio sai da crise do século XIV fortalecido. O mesmo ocorre com a atividade manufatureira, sobretudo aquela ligada à produção bélica, à construção naval e à produção de roupas e tecidos, nas quais tanto a Itália quanto a Flandres se colocaram à frente das demais. As minas de metais nobres e comuns da Europa Central também são enormemente ativadas. Por tudo isso muitos historiadores costumam tratar o século XV como um período de Revolução Comercial." A Revolução Comercial ocorreu graças:
a) às repercussões econômicas das viagens ultramarinas de descobrimento.
b) ao crescimento populacional europeu, que tornava imperativa a descoberta de novas terras onde a população excedente pudesse ser instalada.
c) a uma mistura de idealismo religioso e espírito de aventura, em tudo semelhante àquela que levou à formação das cruzadas.
d) à auto-suficiência econômica lusitana e à produção de excedentes para exportação.

3. Vários artistas italianos se destacaram no Renascimento Cultural. Qual das alternativas abaixo apresenta nomes de artistas italianos renascentistas?
a) Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael Sanzio, Botticelli e Tintoretto.
b) Pablo Picasso, Van Gogh, Galileu Galilei e Lucas Mantovanni.
c) Pitágoras, Renoir, Portinari, Monet e Laurentino Schiatti.
d) Lucas Mantovanni, Pablo Picasso, Monet, Girondinelli e Renoir.

4. Na Itália Renascentista quem eram os mecenas?
a) Governantes que atuavam como artistas, fazendo esculturas e pinturas.
b) Pintores que ajudavam financeiramente os burgueses da época.
c) Burgueses e governantes que protegiam e patrocinavam financeiramente os artistas renascentistas.
d) Religiosos que perseguiam os artísticas que faziam obras de arte que criticavam os fundamentos da Igreja Católica.

5. Sobre Leonardo da Vinci, é verdadeira afirmar que:
a) Foi o mais importante escultor e poeta do Renascimento Italiano.
b) Foi um importante pintor, escultor, cientista, engenheiro, escritor e físico do Renascimento.
c) Foi um importante governante italiano que patrocinou vários artistas e cientistas do período renascentista.
d) Foi um importante escultor e pintor italiano do Renascimento, cuja principal obra é Pietá.

6. Todo homem de bom juízo, depois que tiver realizado sua viagem, reconhecerá que é um milagre manifesto ter podido escapar de todos os perigos que se apresentam em sua peregrinação; tanto mais que há tantos outros acidentes que diariamente podem aí ocorrer que seria coisa pavorosa àqueles que aí navegam querer pô-los todos diante dos olhos quando querem empreender suas viagens.
(J. P. T. Histoire de plusieurs voyages aventureux. 1600)
Esse relato, associado ao imaginário das viagens marítimas da época moderna, expressa um sentimento de:
a) gosto pela aventura.
b) fascínio pelo fantástico.
c) temor do desconhecido.
d) interesse pela natureza.

7. A centralização política nas mãos do Monarca (Rei), donde ele, como o poder soberano, decretava as leis, arrecadava impostos bem como organizava os exércitos nacionais.
Todas essas características mediante o poder centrado numa única figura soberana, o Rei, ficou conhecida como:
a) Absolutismo Monárquico.
b) Renascimento Comercial e Urbano.
c) Movimento Comunal.
d) Capitalismo.

8. A língua de que usam, por toda a costa, carece de três letras; convém a saber, não se acha nela F, nem L, nem R, coisa digna de espanto, porque assim não têm Fé, nem Lei, nem Rei, e dessa maneira vivem desordenadamente, sem terem além disto conta, nem peso, nem medida.
(GÂNDAVO, P. M. A primeira história do Brasil: história da província de Santa Cruz a que vulgarmente chamamos Brasil.)
A observação do cronista português Pero de Magalhães Gândavo, em 1576, sobre a ausência das letras F, L e R na língua mencionada demonstra a:
a) dominação portuguesa imposta aos índios no início da colonização.
b) superioridade da sociedade europeia em relação à sociedade indígena.
c) incompreensão dos valores socioculturais indígenas pelos portugueses.
d) dificuldade experimentada pelos portugueses no aprendizado da língua nativa.

9. Em 1534, a Coroa portuguesa dividiu o território em 15 partes que ficaram conhecidos como:
a) governos gerais.
b) Tratado de Tordesilhas.
c) capitanias hereditárias.
d) Tratado de donatários.

10. Durante a maior parte do período colonial a participação nas câmaras das vilas era uma prerrogativa dos chamados "homens bons", excluindo-se desse privilégio os outros integrantes da sociedade. A expressão "homem bom" dizia respeito a:
a) homens que recebiam a concessão da Coroa portuguesa para explorar minas de ouro e de diamantes;
b) senhores de engenho e proprietários de escravos;
c) funcionários nomeados pela Coroa portuguesa para exercerem altos cargos administrativos na colônia;
d) homens considerados de bom caráter, independentemente do cargo ou da função que exerciam na colônia.




 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 08/09  ATÉ  11/09

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).
Não esqueça de se identificar com nome e serie!
Entrega: até 14/09

Tema da aula: América: sua cultura e economia

Objetivo da aula: dar continuidade à reflexão sobre a organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano, compreendendo acontecimentos históricos, relações de poder e transformações ao longo do tempo, compreendendo ainda os mecanismos que proporcionaram o desenvolvimento das atividades econômicas na colonias. Os textos e imagens desta aula foram retirados do caderno do aluno, volume 3.

Você reconhece algum dos produtos das fotos abaixo?




Você sabia?
As novas especiarias [conhecidas também como “drogas” do Sertão] são diversos produtos nativos, como plantas, ervas, frutas, sementes e raízes que, a partir dos séculos XVI e XVII foram extraídas no sertão do Brasil no período das entradas e das bandeiras e, posteriormente, foram comercializadas. Nas fotos acima temos três produtos bastante conhecidos: o cacau, o guaraná e o urucum.

Fonte 1: As especiarias do Sertão

 As especiarias do sertão (“drogas” do Sertão), naturais do território brasileiro, eram desconhecidas na Europa e logo se tornaram muito desejadas pela sociedade europeia que as usavam como drogas medicinais, tempero ou tinturaria. Foram exploradas pelos jesuítas que utilizavam mão de obra indígena na coleta de drogas nativas como o urucum, guaraná, anil, cacau, raízes aromáticas, sementes oleaginosas, madeiras e salsaparrilha, como também na produção de outras trazidas da Índia como a canela, o cravo e a pimenta. Os jesuítas esperavam que o comércio das drogas do sertão substituísse o das especiarias das Índias.
(Fonte: Elaborado a partir do livro “Amazônia: expansão do capitalismo”.)

Fonte 2:

“O comércio das ‘Drogas do Sertão’ ou as especiarias do sertão, que era mais avultado, é feito por obediência, e não por gosto. A mesma obediência obriga os índios, ou aos serviços gerais das povoações, ou ao dos particulares. Os pagamentos destes trabalhos são de pouco estimulante; porque são desnecessários a quem a Natureza deu o preciso. Em clima tão favorável, uma cabana é habitação bastante reparada. Os índios, que viviam nas selvas, [...] bem na liberdade do homem, que na do cidadão: e por isso são dificultosos os descimentos (...)”.
(Fonte: SAMPAIO, Francisco Xavier Ribeiro de. Diário de viagem 1774-1775.)

  • Francisco Xavier Ribeiro de Sampaio, ouvidor e intendente da capitania de São José do Rio Negro, visitou as povoações da capitania e deixou um diário detalhado sobre tudo o que viu em sua viagem.

Atividade: A partir da leitura das duas fontes acima, responda:

1) De acordo com a fonte, para quais finalidades era feita a extração das especiarias do sertão?
2) Quem realizava o trabalho de extração das especiarias do sertão, de acordo com a fonte?
3) O que o autor comenta a respeito do pagamento por esse trabalho?
4) O que podemos entender sobre a importância da
s especiarias como base da economia? Explique.
5) Pense nas especiarias do sertão que você conhece e registre aqui seus nomes e usos culinários, entre outras informações.




 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 30/08 ATÉ  04/09

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).
Não esqueça de se identificar com nome e serie!
Entrega: até 08/09

Tema da aula: Colonização da América: cultura e economia

Objetivo da aula: dar continuidade à reflexão sobre a organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano, compreendendo acontecimentos históricos, relações de poder e transformações ao longo do tempo. Os textos e imagens desta aula foram retirados do caderno do aluno, volume 3.

Texto 1: Colonização

É recorrente a menção, nos aspectos econômicos do início do período colonial brasileiro, ao pau-brasil (produto que deu nome ao nosso país), e ao açúcar, cuja exploração ocorreu principalmente na região costeira do Brasil. Porém, há outro elemento explorado que necessitou da mão de obra escrava: a mandioca. Sua produção era voltada para o mercado interno, constituindo a base da alimentação dos trabalhadores dos engenhos. Na imagem abaixo observa-se uma reprodução de uma plantação de mandioca do século XIX, elaborada por dois cientistas alemães, Von Spix e Von Martius, que estiveram no Brasil, e na outra imagem é possível observar, atualmente, as ruínas do Engenho dos Erasmos, patrimônio histórico localizado na cidade de Santos/SP e um dos primeiros engenhos a ser construídos na Capitania de São Vicente.
(Fonte: Elaborado Especialmente para o Material de Apoio Currículo Paulista.)


(Cultivo da Mandioca. Von Martius.)

(Engenho dos Erasmos inaugura espetáculo tecnológico. A atração consiste na projeção de imagens de aspectos históricos das Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos. Fonte: Jornal da USP.)

Atividade 1: Leia o pequeno texto e observe as imagens acima para responder:
1) Além da extração do pau-brasil e do cultivo do açúcar, qual era o outro produto também importante no período colonial?
2) Segundo o texto, por quem era bastante consumido esse produto, citado na questão 1?
3) Observe o desenho de Von Spix e Von Martius e descreva o que pode ser visto nesta imagem.
4) A segunda imagem é uma foto, do Engenho dos Erasmos, onde ele está localizado e qual a importância deste lugar?
5) Você acha que é importante preservar lugares históricos em nosso país? Justifique sua resposta.

Fonte 1:
“Um dia, na véspera do dia de São Francisco, se queixou um feitor* do Engenho dos Erasmos em São Vicente que não tinha vida sem uma gota de vinho, e que havia mais de um ano que não vinha navio do reino, e que tão logo acabasse o pouco vinho que tinha, logo morreria. Respondeu-lhe o Padre com desdém: Não se desgaste porque o dia de São Francisco ainda não é passado. E, no dia de São Francisco, chegou um navio do reino, que viera endereçado ao feitor. Todos os que estavam no Engenho notaram a coincidência e disseram que o Padre tinha o espírito de Deus nos atos de sua vida e de seus costumes, pois conforme outras coisas que já o haviam visto dizer e fazer, sempre eram verdadeiras, razão pela qual tinha a reputação de santidade e essa era reconhecida por todas as pessoas que conheciam suas ações”.
(Cartas Inéditas do Padre José de Anchieta, copiadas do Arquivo da Companhia de Jesus.)

Fonte 2:
“Os índios Tupi, como os Tupinambá, empregavam práticas agrícolas tradicionais. Diante das necessidades da nascente cultura da cana-de-açúcar, implantada para acelerar o desenvolvimento econômico do território brasileiro, os colonos começaram a adotar o uso da mão-de-obra indígena escrava (Schwartz, 1988).
Houve o declínio do escambo*, pois as exigências cada vez maiores tanto dos índios como dos portugueses saturaram e inviabilizaram esse mercado. Por outro lado, colonos e exploradores, precisavam cada vez mais do braço indígena para tocar os engenhos de cana-de-açúcar. Entretanto, não notaram que entre os índios do litoral do nordeste cabiam às mulheres os trabalhos de agricultura.
            Os índios, ao serem escravizados e levados para os engenhos, não suportavam o trabalho e, sempre que podiam, fugiam dos canaviais”.
(A Presença Indígena na Formação do Brasil / João P. de Oliveira e Carlos A. da Rocha Freire)
Vocabulário:
*feitor: pessoa que gerenciava e ditava o ritmo da produção nos engenhos de açúcar.
*escambo: forma de pagamento feita através de troca de produtos, sem o uso de dinheiro ou moedas.

Atividade 2: Leia com atenção as duas fontes acima para responder:
1) Qual o nome do autor da fonte 1?
2) Qual a queixa do feitor presente na fonte 1?
3) Na fonte 1, qual o local e qual atividade econômica você acredita que ocorria, o que era produzido?
4) De acordo com a fonte 2, os colonos e exploradores tentaram dominar qual grupo étnico?
5) Analisando a fonte 2, qual o argumento apresentado pelo autor para justificar as fugas dos escravizados? Você concorda com esta justificativa?



 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 17/08 ATÉ  21/08






Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Entrega: até 24/08

Tema da aula: Entradas e Bandeiras

Objetivo da aula: refletir sobre a organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano, compreendendo acontecimentos históricos, relações de poder e transformações da estruturas sociais, políticas e econômicas ao longo do tempo. O conteúdo desta aula está disponível no caderno do aluno, volume 3.

Texto 1: Entradas

As expedições denominadas “Entradas”, saíam do litoral rumo ao norte, oeste e sudoeste, adentrando pelo interior da colônia. Eram expedições originadas de diversas partes da colônia formadas por iniciativa oficial ou particular. O objetivo era realizar o mapeamento do território, viabilizando sua colonização além do litoral, sobretudo, fazendo o levantamento dos recursos econômicos como ouro e pedras preciosas para atender aos interesses lusitanos (de Portugal). Além disso, as “Entradas” atuavam no combate aos povos indígenas que resistiam, ameaçavam ou impediam o avanço da colonização.
(Fonte: Elaborado especialmente para o material de apoio Currículo Paulista.)

Texto 2: Bandeiras

As bandeiras eram as entradas feitas pelos paulistas, que eram, por isso, chamados “bandeirantes”, partiam de São Paulo em direção ao interior da colônia navegando o rio Tietê e, depois, outros rios. Um dos objetivos dessas expedições foi a busca por mão de obra capturando indígenas para serem escravizados e, também, a busca de ouro e pedras preciosas. Durante esse processo, diversos grupos indígenas foram atacados pelos bandeirantes, às missões jesuíticas do Sul, em território espanhol e território do quilombo de Palmares, no século XVII – tarefa encomendada pelas autoridades da colônia aos bandeirantes. A população nativa foi massacrada pela intensa ação violenta dos bandeirantes fato que marcou o início da história do território paulista.
(Fonte: Elaborado especialmente para o material de apoio Currículo Paulista.)

(Mapa das bandeiras)


Atividade 1: A partir da leitura dos textos e observando o mapa, responda:
1) O que eram as entradas?
2) Qual a principal diferença entre as entradas e as bandeiras?
3) Tanto as entradas quanto as bandeiras tinham uma missão bastante cruel, que missão era essa?

FONTE:
“Eu quisera antes dizê-lo em pessoa a Vossa Alteza que escrevê-lo, porque tão perigosa está a costa que não sei esta carta que fim haverá [...]. Já não há navio que ouse aparecer, porque a muitos tem cometido a alguns tomados.
[...] Se Vossa Majestade não vêm o mais rapidamente possivelmente em nosso socorro das capitanias da costa, não somente perderemos nossas vidas e bens materiais, mas Vossa Majestade perderá também todo o país”.
Carta de Capitão Luís de Góioís, 1548.

Atividade 2: a partir da leitura da carta acima, responda:
1) Quem escreveu a fonte 1? Para quem? Quando?
2) Qual a solicitação feita pelo capitão ao rei?
3) Em qual momento da história do Brasil você acha que essa carta foi escrita?


Esta aula do Centro de Mídias pode ajudá-lo a compreender esse tema e as atividades propostas: https://www.youtube.com/watch?v=w2JN2aR7_GY&list=PLXyA-zl-y4WFcGCmMHcmKiqA8n4ixDEQc&index=19&t=0s


ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 10/08 ATÉ  17/08
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Tema da aula: As Capitanias Hereditárias

Objetivo da aula: refletir sobre a organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial na América Portuguesa, compreendendo acontecimentos históricos, relações de poder e transformações da estruturas sociais, políticas e econômicas ao longo do tempo. O conteúdo desta aula está disponível no caderno do aluno, volume 3.

Texto: Os homens bons

No processo de organização da administração colonial, percebemos que a Coroa Portuguesa tinha claras pretensões em preservar seus interesses particulares em território brasileiro. Para tanto, não devia somente cuidar da indicação do governador-geral, mas também traçar estratégias de controle que pudessem funcionar eficazmente nas esferas menores do amplo território.
Na formação das vilas e cidades, observamos que as Câmaras Municipais deveriam tratar dos problemas e questões que atingiam aquela localidade. Ao mesmo tempo, manifestando a sua integração ao projeto colonizador, essas mesmas Câmaras deveriam fazer cumprir os ordenamentos emitidos pela metrópole (Portugal). De tal forma, era necessário que os organizadores do poder local fossem naturalmente comprometidos com as demandas da metrópole.
Foi nesse contexto, que a ideia de “homem bom” surgiu na colônia para determinar as pessoas que poderiam ocupar cargos políticos na esfera local. Para alcançar a condição de “homem bom”, era necessário que o indivíduo fosse maior de 25 anos de idade, casado ou emancipado, praticante da fé católica e não possuísse nenhum tipo de “impureza racial”. Além disso, estes mesmos homens deveriam ter a posse de terras que legitimavam sua condição social distinta.

(Rainer Sousa. Mestre em História. Mundo Educação UOL)
Atividade: Responda em seu caderno as questões abaixo:
1) No período colonial, qual era a função dos “homens-bons”?
2) Quem poderia ser “homem bom”?
3) Observando o mapa, quantas Capitanias Hereditárias estão presentes? Quais são elas? Qual a data apresentada no mapa?
4) Qual a função das Câmaras Municipais na formação das vilas e cidades no período colonial?
5) Quais destas funções apresentadas continuam a existindo hoje nas Câmaras Municipais?

Aula do Centro de Mídias do dia 05/08 pode ajudá-los a compreender a aula e desenvolver as atividades acima:


 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 03/08 ATÉ  07/08
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Tema da aula: A colonização da América

Objetivo da aula: Revisar os conteúdos do bimestre através de duas questões sobre a chegada dos europeus (portugueses e espanhóis) à América e suas consequências.

Questão 1: Leia o trecho de uma música composta por Jorge Ben Jor e responda às questões:
“Antes que os homens aqui pisassem
Nas ricas e férteis terras brasileiras
Que eram habitadas e amadas
Por mais de 3 milhões de índios
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Mas agora eles só têm um dia
O dia 19 de abril”
(BEM JOR, Jorge. Todo dia era dia de índio.)
1) Segundo a música, antes da chegada de Cabral, quem habitava o Brasil? Quantos eles eram e como se sentiam em relação ao local onde viviam?
2) Qual é a comparação feita entre a situação dos índios antes do chamado “descobrimento do Brasil” e nos dias atuais? Você concorda com essa afirmação?
3) Como os europeus que chegaram ao Brasil em 1500 foram chamados nessa canção? Por que você acha que o cantor estabeleceu essa diferença entre os europeus e os nativos?

Questão 2: Leia o texto e responda às questões:
            “O caráter da dominação está bastante claro nas seguintes palavras que o inca Atahualpa dirigiu ao conquistador Pizarro: ‘No meu reino, nem um pássaro voa, nem folha alguma se move, se esta não for minha vontade’.
            Nos postos mais elevados da hierarquia social e política, encontramos uma autoridade teocrática hereditária, ou seja, o Inca, soberano supremo, é ao mesmo tempo uma divindade e transmite o poder a seus filhos. [...]
            Os escolhidos para mandar adoravam deuses que não eram os do povo ou povos dominados. Estes conservavam a liberdade de adorar suas antigas e originais divindades, ainda que tivessem de aceitar como divindade suprema o Sol, o deus dos que mandavam, e o Inca, representante do Sol na terra. Havia, pois, uma religião dos dominadores e múltiplas religiões dos dominados.”
(Adaptado de: Léon Pomer. Os incas.)

1) A qual povo americano o texto se refere? Quais elementos do texto você se baseou para chegar a essa conclusão?
2) O que o texto pode nos informar sobre a organização política desse povo?
3) Com base nos estudos das últimas aulas e do texto acima, quem eram os dominadores e quem eram os dominados nessa sociedade?

Esta aula do Centro de Mídias pode ajudá-lo a compreender melhor a colonização da América:








                                    
 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 27/07 ATÉ  31/07
O objetivo dessa semana será recuperar os temas trabalhados, tirando as dúvidas e fazendo as atividades do bimestre que ainda não foram entregues.
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).



 ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 20/07 ATÉ  24/07
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Objetivo da aula: Conhecer aspectos sociais, culturais e religiosos dos povos indígenas brasileiros, sua diversidade e contribuição para os saberes e técnicas.

Tema da aula: A cultura dos povos indígenas brasileiros

Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Objetivo da aula: Conhecer aspectos sociais, culturais e religiosos dos povos indígenas brasileiros, sua diversidade e contribuição para os saberes e técnicas.

Tema da aula: A cultura dos povos indígenas brasileiros

  • Costumes indígenas
As sociedades indígenas prezam muito por duas coisas: respeito e ligação com a natureza e respeito à sabedoria dos anciãos. É ainda comum nas tribos indígenas o pensamento de uma vivência sustentável — retirando da natureza somente aquilo que é necessário para a manutenção da vida. As pessoas mais velhas são consideradas mais sábias, o que garante a elas certa autoridade dentro da tribo.
Os povos falantes do tupi estabeleciam uma divisão do trabalho baseada no gênero e na idade. Idosos e crianças não trabalhavam, exceto espantando pássaros e outros animais das plantações. As meninas adolescentes ajudavam no cuidado das crianças mais novas. Homens adultos fabricavam utensílios de caça, pesca e guerra, também fabricavam canoas, guerreavam, caçavam e preparavam a terra para o cultivo. Já as mulheres adultas eram as responsáveis pelas atividades agrícolas, pela coleta, pela fabricação de utensílios domésticos, pela preparação de alimentos e pelo cuidado das crianças.
Os índios, antes da colonização, viviam de maneira autônoma, sem a presença de elementos políticos e governamentais e de Estado. A gestão era coletivista, baseada na cooperação entre os membros de uma mesma tribo e em alianças e guerras entre tribos diferentes.
  • Alimentação indígena
A alimentação indígena costumava ser baseada no consumo de frutas, legumes, verduras, raízes, caules, peixes e carnes de caça. Frutos como o caju e o açaí eram comuns na alimentação de povos de algumas localidades, como o Norte e o Nordeste brasileiros. Os índios do Norte também consumiam muito o guaraná como fonte de energia para as atividades diárias e para a guerra. A mandioca era a principal fonte de carboidrato deles, por isso era amplamente cultivada. A tapioca e a farinha de mandioca eram maneiras de estocar a mandioca para a utilização posterior.
Hoje em dia, apesar de manterem muitos hábitos alimentares, os indígenas que permaneceram tiveram que se adaptar aos hábitos alimentares da sociedade brasileira contemporânea. A caça, a pesca e a coleta, que eram possíveis quando as florestas eram preservadas, já não são mais suficientes para alimentar a pequena população indígena, devido ao desmatamento.
  • Dança indígena
A dança e a música tiveram e ainda têm um papel religioso dentro da cultura indígena. Geralmente a dança é realizada em rituais e festividades religiosos entoados em agradecimento ou como forma de pedidos às divindades.
Podendo ser realizada individualmente ou em grupo, geralmente a dança indígena possui uma execução de passos que requer a formação de duplas ao menos em algum momento dela. Geralmente, as danças são realizadas por pessoas com o corpo pintado, pois a pintura corporal também é um elemento da simbologia religiosa indígena.
Podemos destacar como principais danças indígenas as listadas a seguir:
Acyigua: feita pelo pajé e pelo melhor caçador da tribo para resgatar a alma de um guerreiro indígena morto. Ela advém da tradição indígena Guarani.
Atiaru: praticada por homens e mulheres da tribo, ela objetiva afastar os maus espíritos do local.
Toré: entoada por várias tribos e com diferentes variações. Geralmente é feita em círculos por todos da tribo, ao ar livre, com passos definidos pela batida de um chocalho feito de cabaça e pedras.
Kuarup: dança típica de povos do alto Xingu, o kuarup, que é dançado por todos os membros da tribo, visa fazer uma homenagem aos membros que já morreram.

Atividade:
1) Segundo o texto, quais os dois elementos que as sociedades indígenas mais prezavam?
2) Você acredita que esses dois aspectos registrados na questão acima são importantes para todos nós? Explique por quê.
3) Como era feita a divisão do trabalho nas aldeias indígenas?
4) Quais dos alimentos citados no texto você conhece?
5) Qual a maior causa das mudanças nos hábitos alimentares dos povos indígenas?
6) Explique qual o papel da dança para os povos indígenas.

ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 13/07 ATÉ 17/07
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Objetivo da aula: Conhecer aspectos sociais, culturais e religiosos dos povos indígenas brasileiros, sua diversidade e contribuição para os saberes e técnicas.

Tema da aula: A cultura dos povos indígenas brasileiros

  • Os adornos:
Os índios utilizam adornos corporais e pinturas com materiais extraídos da natureza, como a tintura de urucum, os colares de peças naturais, e os botoques e adornos feitos com base na arte plumária (que utiliza plumas e penas de aves). Há uma importante simbologia por trás dos adornos e das pinturas corporais, que podem identificar o sexo, a idade, a aldeia e a posição social do índio, estabelecendo uma espécie de identidade cultural dos povos indígenas.
Também é comum a produção de artesanatos para ornamento de utensílios, como cestas de palha e cuias e, nas tribos antigas, de arcos, flechas e lanças utilizadas para a caça e para a guerra.

  • Características da cultura indígena
É característica comum das várias etnias indígenas brasileiras a valorização e o contato com a natureza, sendo que o modo de vida tribal, antes da ocupação violenta do homem branco no território brasileiro, permitia a caça, a coleta e a agricultura familiar como modos de subsistência dos povos indígenas.
As religiões animistas (aquelas que colocam como seres sobrenaturais e divinos elementos da natureza, como o Sol, a Lua e as florestas) compunham o imaginário religiosos dos povos indígenas. Antes da chegada dos portugueses, a maioria das tribos indígenas era guerreira, e essas disputavam os territórios entre si quando uma tribo migrava de um lugar para outro já habitado.
Outra característica comum das diversas tribos indígenas era a fabricação de utensílios religiosos e de decoração com base em argila, madeira, bambu e penas de aves, além da confecção de pinturas corporais utilizadas em processos de caça e de guerra ou em festivais religiosos.

  • Costumes indígenas
As sociedades indígenas prezam muito por duas coisas: respeito e ligação com a natureza e respeito à sabedoria dos anciãos. É ainda comum nas tribos indígenas o pensamento de uma vivência sustentável — retirando da natureza somente aquilo que é necessário para a manutenção da vida. As pessoas mais velhas são consideradas mais sábias, o que garante a elas certa autoridade dentro da tribo.
Os povos falantes do tupi estabeleciam uma divisão do trabalho baseada no gênero e na idade. Idosos e crianças não trabalhavam, exceto espantando pássaros e outros animais das plantações. As meninas adolescentes ajudavam no cuidado das crianças mais novas. Homens adultos fabricavam utensílios de caça, pesca e guerra, também fabricavam canoas, guerreavam, caçavam e preparavam a terra para o cultivo. Já as mulheres adultas eram as responsáveis pelas atividades agrícolas, pela coleta, pela fabricação de utensílios domésticos, pela preparação de alimentos e pelo cuidado das crianças.
Os índios, antes da colonização, viviam de maneira autônoma, sem a presença de elementos políticos e governamentais e de Estado. A gestão era coletivista, baseada na cooperação entre os membros de uma mesma tribo e em alianças e guerras entre tribos diferentes.

Atividade: O texto acima está dividido em três tópicos: os adornos; características da cultura indígena e costumes indígenas. Faça um resumo de cada um deles, buscando as ideias essenciais de cada assunto e as informações que você achou mais importante em cada um dos tópicos.

ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 06/07 ATÉ 10/07
Observação importante: As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), ou ainda pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Objetivo da aula: identificar aspectos e processos específicos das sociedades africanas e americanas antes da chegada dos europeus, com destaque para as formas de organização social e para o desenvolvimento de saberes e técnicas, valorizando a diversidade dos patrimônios etnoculturais e artísticos dessa sociedades.

Tema da aula: A cultura dos povos indígenas brasileiros

  • A sociedade:
Antes da colonização, os índios que habitavam o território (hoje denominado Brasil) tinham uma cultura similar em alguns pontos, tais eram: organização social baseada no coletivismo; ausência de política, Estado e governo; ausência de moeda e de trocas mercantis; religiões politeístas baseadas em elementos da natureza; e ausência da escrita.
A visão europeia sobre os povos indígenas foi, desde a colonização, etnocêntrica, a qual considera o modo de vida indígena inferior por não conter elementos considerados, pelos europeus, símbolos de civilização e progresso. No entanto, a antropologia e a sociologia contemporâneas já desmistificaram essas análises preconceituosas, estabelecendo que as diferenças culturais entre os povos não são motivos para estabelecer-se uma hierarquia cultural (ou seja, colocar uma cultura como melhor ou superior à outra).
Os povos indígenas, apesar de terem pertencido a vários grupos diferentes com pontuais diferenças de comportamento e cultura, tinham elementos comuns que consolidavam uma cultura indígena como um todo. Eles tinham religião, hábitos, costumes e comportamentos similares, a divisão do trabalho também era parecida entre todos os povos, e o modo de vida deles era baseado na caça, na pesca e na coleta, acrescida da agricultura de algumas plantas, como a mandioca.
  • A religião:
A religião indígena, baseada em conjuntos de mitos sobre seres espirituais, era variada, entretanto era comum a crença em entidades espirituais que habitavam o mundo material. Tupã era o ser sobrenatural supremo que controlava a natureza e, como é comum nas religiões a identificação dos seus deuses com os seus povos, era representado pela figura de um índio poderoso. Além desse deus, existia a figura mística do Abaçaí, que, para alguns povos, tratava-se um espírito maléfico que perturbava a vida dos índios.
Os pajés, que são as pessoas que podem entrar em contato com as entidades espirituais, utilizam a sabedoria aprendida com os espíritos para aconselhar as pessoas e fazer rituais de cura. Os rituais, chamados pajelanças, poderiam ser feitos em festividades, como forma de agradecimento e de pedido, e para efetuar curas medicinais. Eles envolviam, em alguns casos, música e dança.
(Fonte: trechos extraídos do site Brasil Escola)

Atividade: Leia com atenção o texto para responder às seguintes questões:
1) Quais as principais características das culturas indígenas antes da chegada dos europeus?
2) No texto está presente o conceito de etnocentrismo, explique com suas palavras o que você entendeu quanto a esse conceito.
3) Embora houvessem muitos grupos indígenas diferentes, eles apresentavam semelhanças entre si, quais eram essas semelhanças?
4) O texto também aborda a religião, descreva algo que chamou sua atenção sobre as características religiosas das sociedade indígenas.
5) Você conhece ou já ouviu falar de alguma lenda ou história indígena? Se sim, descreva aqui. Você também pode fazer um desenho que represente um ponto importante dessa história!

ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 29/06 ATÉ 03/07


ATIVIDADES

Leitura e análise de texto e mapa.
As atividades devem ser feitas no caderno e enviadas por fotos. A entrega deve ser feita através do WhatsApp no particular (professora Erika), pelo centro de mídias (CMSP) no classroom, e também podem me entregar pelo e-mail (erikacastelani@hotmail.com).

Tema da aula: Consequências da conquista da América pelos europeus e resistência dos povos nativos

 A atual população indígena brasileira, segundo o Censo Demográfico feito pelo IBGE em 2010, é 817.963 indígenas, dos quais 502.783 vivem na zona rural e 315.180 habitam as zonas urbanas. Este censo também revelou que há presença de indígenas em todos os estados brasileiros.
            Desde a chegada dos europeus em 1500 a população indígena decresceu acentuadamente, se considerarmos que a população indígena chegava aos 5 milhões e hoje é de pouco mais de 800 mil. 
            São várias os fatores para a redução das populações indígenas:
  • As mortes ocasionadas por conflitos e guerras, uma vez que as armas de fogo usadas pelos europeus eram superiores aos arcos e flechas indígenas.
  • A proliferação de doenças como gripe, sarampo, coqueluche, tuberculose, tifo, varíola, sífilis e tantas outras até então desconhecidas que foram trazidas pelos europeus, contra as quais os indígenas não possuíam defesas naturais nem imunidade.
  • As epidemias matavam milhões de indígenas, cerca de 90% da população nas áreas mais atingidas, uma vez que os doentes ficavam sem ter quem os socorresse ou alimentasse e morriam de fome ou sede, criando uma das maiores catástrofes da história da humanidade.
  • A expulsão de seus territórios e a escravização dos indígenas para utilização de sua mão de obra e de seus conhecimentos para explorar a terra.
Entretanto, as influências indígenas deixaram sua marca em especial na música brasileira, na culinária, nas festas populares, no artesanato e na língua, mesmo com a diminuição gradativa e preocupante de sua população desde a chegada dos europeus em 1500.

Atividade 1: Leia com atenção as considerações acima para responder:
1) Como é distribuída a população indígena atualmente no Brasil, no campo e nas cidades?
2) E qual a número da população indígena brasileira antes da chegada dos europeus?
3) Quais os principais fatores que levaram a grande redução das populações indígenas?

Atividade 2: Observe com atenção o mapa abaixo, compare-os e responda:
1) O que podem significar esses mapas em relação à existência de povos indígenas no Brasil e a chegada dos portugueses a partir do século XVI?
2) Analisando o primeiro mapa, podemos dizer que a população indígena brasileira era uma só ou bastante diversa? Por quê?







ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 22/06 ATÉ 26/06
                ATIVIDADES

Leitura e análise de fonte histórica e vídeo-aula do Centro de Mídias.

Tema da aula: Saberes e práticas no contexto das navegações

Fonte: Trecho da carta de Pero Vaz de Caminha (1500)

“A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixar de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. Ambos traziam o beiço de baixo furado e metido nele um osso verdadeiro, de comprimento de uma mão travessa e da grossura de um fuso de algodão, agudo na ponta como um furador. Metem-nos pela parte de dentro do beiço e a parte que lhes fica entre o beiço e os dentes é feita a modo de roque de xadrez. E trazem-no ali encaixado de sorte que não os magoa, nem lhes põe estorvo no falar, nem no comer e beber. Os cabelos deles são corredios. E andavam tosquiados, de tosquia alta antes do que sobrepente, de boa grandeza, rapados todavia por cima das orelhas. E um deles trazia por baixo da solapa, de fonte a fonte, na parte detrás, uma espécie de cabeleira, de penas de ave amarela, que seria do comprimento de um coto, mui basta e mui cerrada, que lhe cobria o toutiço e as orelhas. (...) Assim, Senhor, a inocência desta gente é tal que a de Adão não seria maior — com respeito ao pudor. Ora veja Vossa Alteza quem em tal inocência vive se converterá, ou não, se lhe ensinarem o que pertence à sua salvação. Acabado isto, fomos perante eles beijar a cruz. E despedimo-nos e fomos comer. Beijo as mãos de Vossa Alteza. Deste Porto Seguro, da Vossa Ilha de Vera Cruz, hoje, sexta-feira, primeiro dia de maio de 1500. Pero Vaz de Caminha.”

Vocabulário:
·         Pardo: a cor da pessoa que descende da mistura entre brancos e negros.
·         Inocência: qualidade de quem não consegue praticar o mal, pessoa sem malícia, ingênua e pura.
·         Fuso de algodão: pequena bobina de madeira que serve para fiar e trabalhar com fios.
·         Roque de xadrez: designação antiga da torre, no jogo de xadrez.
·         Estorvo: obstáculo, obstrução, algo ou alguém que atrapalha a realização de algo.
·         Corredios: é o mesmo que corrediços, desembaraçados e lisos.
·         Tosquiados: que sofreu tosquia, que teve o pelo ou a lã cortada rente.
·         Solapa: às escondidas, cova debaixo da terra tapada de um jeito que não seja vista.
·         Toutiço: nuca, parte posterior da cabeça, alto da cabeça vista de cima.

Atividade: Leia com atenção a carta de Caminha, procurando o significado das palavras desconhecidas no vocabulário e responda às seguintes questões:
1) Identifique o autor, o momento histórico em que ele escreveu e para quem estava destinada a carta.
2) Como o autor descreve as pessoas retratadas na carta? Como eram as características físicas destas pessoas?
3) Como você acha que foi esse contato dos europeus com os indígenas brasileiros?
4) Agora retrate, por meio de um desenho, uma cena que demonstre a chegada dos portugueses no Brasil.

Esta atividade está de acordo com o caderno do aluno e a aula do Centro de Mídias: https://www.youtube.com/watch?v=TcA9F2zCikA&list=PLXyA-zl-y4WFcGCmMHcmKiqA8n4ixDEQc&index=10&t=0s

 PARA A SEMANA DO DIA 15/06 ATÉ 19/06
ATIVIDADES

Leitura e análise de texto, vídeo-aula do Centro de Mídias e análise de mapa.

Tema da aula: Os povos pré-colombianos

Texto 1:
A América abrigou inúmeras civilizações que foram desconhecidas dos europeus até o século XV (1401 a 1500). Os povos chamados “pré-colombianos”, nomenclatura que tem como “marco” a chegada de Colombo, possuíam sistemas econômicos, sociais, culturais e administrativos próprios. Dentre esses povos, destacam-se os Maias, os Incas e os Astecas.
Os Maias habitaram a região das florestas tropicais na Península de Yucatán, atualmente os territórios de Honduras, Guatemala e o México, entre os séculos IV e IX. Politeístas (tinham crença em vários deuses), possuíam um regime político baseado na teocracia, ou seja, as lideranças eram encaradas como divindades. A estrutura da sociedade era estamental (sociedade dividida em grupos onde cada um tinha sua função) e a economia fundamentava-se no cultivo do milho.
Já os Astecas eram diferentes grupos étnicos que habitavam o centro do México, entre os séculos XIV e XVI, organizados em uma confederação de três cidades-Estados. Com uma estrutura social altamente organizada e hierárquica (sociedade também dividida em grupos), o poder concentrava-se nas mãos do imperador. Os saberes e as técnicas dos astecas centravam-se na metalurgia, especialmente do ouro e da prata.
Os Incas habitavam as Cordilheira dos Andes, atualmente correspondendo ao território do Peru, Bolívia, Chile e Equador. A sociedade Inca era estamental, sem mobilidade social alguma. Dos saberes e técnicas desta cultura, destaca-se o sistema natural de fertilização do solo, que ajudou muito no desenvolvimento da agricultura. Atualmente, o legado desses povos é preservado, inclusive como patrimônio cultural.
(Fonte: Adaptado do Caderno do Aluno 2, página 44.)


Texto 2:
No cotidiano das sociedades africanas e americanas, antes da chegada dos europeus, eram frequentes as práticas alimentares distintas, conforme o grupo social. Por exemplo, o chocolate era consumido pelo soberano e pela nobreza Asteca, pois era considerado um alimento divino. Por outro lado, as batatas eram largamente consumidas pelo povo Inca. Na África, consumiam-se alimentos também originários no continente, por exemplo, o café.
(Fonte: Caderno do Aluno 2, página 44.)

Mapa das civilizações “pré-colombianas”.


Machu Picchu, no Peru é hoje Patrimônio da Humanidade.

Atividade: Segundo os textos acima, responda:
1) Quais são os três povos “pré-colombianos” que se destacavam aqui na América antes da chegada dos europeus?
2) Segundo o texto 1, quais são as principais características dos Maias?
3) Quais os principais saberes e técnicas dos povos Astecas?
4) Ainda segundo o texto 1 e observando o mapa, localize onde habitavam os povos Incas.
5) Segundo o texto 2, alguns alimentos muito presentes em nosso cotidiano até hoje já eram conhecidos por povos antigos. Que alimentos eram esses e por quais povos eram consumidos?

Aula do centro de mídias:
ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 08/06 ATÉ 12/06


ATIVIDADES

Leitura e análise de texto, vídeo-aula do Centro de Mídias, análise de imagem e pesquisa na internet.

Tema da aula: A formação dos Estados europeus modernos

O fortalecimento do poder dos reis

            A burguesia comercial que estava nascendo precisava promover algumas reformas para impulsionar o comércio. O transporte de mercadorias de uma cidade para outra, por exemplo, obrigava os comerciantes a cruzar vários feudos. Cada um deles, porém, estava sob autoridade de um senhor feudal, que estipulava suas próprias leis.
            A burguesia passou, então, a apoiar a transferência de poder para as mãos de um rei. Dessa maneira, o rei poderia unificar a moeda, as leis os impostos e estabelecer um sistema de pesos e medidas único, facilitando assim, os negócios.
            Muitos senhores feudais também apoiaram a centralização política, mas por razões diferentes. Enfraquecidos após as Cruzadas e as fugas de servos para as cidades, muitos nobres recorreram aos reis em busca de favores da Coroa, ou seja, da monarquia.
            Com o fortalecimento de seu poder, os reis conseguiram impor sua autoridade sobre os habitantes de um território e estabelecer os chamados Estados modernos. Mas esse processo não foi igual em toda Europa.  

Atividade 1: Leia o texto com atenção para responder as questões:

1) Por que a burguesia comercial passou a apoiar a transferência de poder para as mãos de um rei?
2) E os nobres, por que eles também passaram a defender a formação de monarquias?
3) O texto fala em centralização política, o que você acha que significa essa expressão no contexto de formação das monarquias na Europa?

Atividade 2: Observe a imagem para responder:


1) Que sistema de governo representa a coroa que está acima da cabeça de Elizabeth II?
2) O que a coroa diz sobre a pessoa que a usa?
3) E no Brasil, qual o sistema de governo é adotado? Escreva como é o sistema de poderes no Brasil atual.  Se necessário, faça uma pesquisa em livros ou na internet para auxiliar na elaboração da sua resposta.

Essa é o vídeo aula do Centro de Mídias vai ajudar a compreender o tema dessa atividade: https://www.youtube.com/watch?v=O3ZABhbye14&t=1484s 

ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 26/05 ATÉ 29/05

ATIVIDADES

Retomada de atividades anteriores.


ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 18/05 ATÉ 22/05



As Grandes Navegações

As Viagens Portuguesas

            Imagine que você é um explorador e vai embarcar em uma viagem para um local completamente desconhecido. Você não sabe quanto tempo ficará fora, qual caminho tomar, como será o percurso ou o que vai encontrar no local de desembarque. Nem mesmo sabe se conseguirá voltar para casa.
            Essas incertezas causavam aflição nos navegadores europeus dos séculos XV e XVI. Provavelmente, eles deveriam sentir muito medo ao embarcar em viagens pelo Oceano Atlântico, já que o mundo conhecido pelos europeus da época era a Europa, o norte da África e algumas partes da Ásia, regiões que se conseguia alcançar por terra ou navegando pelo Mar Mediterrâneo.
            Nesse período, o Oceano Atlântico era conhecido na Europa como o Mar Tenebroso. As notícias da existência de monstros marinhos e de um colossal abismo que havia quando se chegava ao “fim do mundo” assustavam as pessoas. Naquela época, muitos acreditavam que a Terra era plana como um prato e que fora de suas bordas não havia mais nada, apenas um grande vazio.
            Os portugueses foram os primeiros a lançar-se ao Oceano Atlântico. Eles dispunham de uma posição geográfica privilegiada, com a sua costa voltada para o Atlântico, e de conhecimentos marítimos, pois eram experientes na pesca e no comércio pelo Mediterrâneo.
    ·         Aula do CMSP: https://www.youtube.com/watch?v=lPhgR0crojY
    ·         Animação: https://www.youtube.com/watch?v=lS_UYBPSTds
      





Atividade: a partir da leitura do texto, da imagem e mapa acima, responda:
1) Segundo o texto, por que os portugueses foram pioneiros nas navegações europeias?
2) Leia o texto, observe a ilustração da época e descreva como eram vistas as viagens marítimas no momento do início das navegações marítimas.
3) Observe o mapa das navegações portuguesas e sua legenda. Em seguida descreva as primeiras rotas, apresentando o nome do navegador e os lugares em que ele chegou.
4) Faça uma pesquisa na internet e relate como era o dia a dia dos navegantes na época das grandes navegações.


ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 11/05 ATÉ 15/05


ATIVIDADES

Vídeo-aula do Centro de Mídias, pesquisa de imagens na internet, leitura e questões de análise de imagem.

Tema da Aula: O Renascimento Cultural e Científico

            Esta aula propõe uma atividade de acordo com a proposta do Centro de Mídias.
            A partir dos vídeos encaminhados aqui, o primeiro a aula do CMSP e o segundo um vídeo sobre o gênio do Renascimento, Leonardo da Vinci, responda às questões (que são as mesmas sugeridas na aula do CMSP).
            Para responder, você terá que pesquisar e escolher uma obra de arte de algum pintor renascentista, por exemplo:
. Leonardo da Vinci
. Michelangelo
. Rafael Sanzio
. Donatello
. Sandro Botticelli
. Jan Van Eyck
. Ticiano
            Ou pode ser qualquer outro pintor renascentista que você pesquisou e achou interessante.
Agora responda:
1) Quem são os indivíduos representados na imagem?
2) Existe um cenário na representação? Se sim, qual é? É representado com profundidade (efeito de tridimensionalidade) ou não?
3) Há objetos ao redor dos personagens, compondo a cena? Se sim, é possível dizer quais são? Os tamanhos de todos os personagens são proporcionais entre si e em relação aos demais objetos da cena?
4) As figuras humanas foram representadas com realismo? Os objetos e tecidos são igualmente realistas ou não?
5) O artista utilizou-se de técnicas de perspectiva (uso de um ponto de fuga, por exemplo) ou jogos de luz e sombra para dar tridimensionalidade e realismo à cena?

 Links dos vídeos úteis para a aula:



ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 04/05 ATÉ 08/05


ATIVIDADES
Leitura e análise de texto.


Tema da Aula: O Renascimento Cultural e Científico

Texto: A Invenção da Imprensa
           
            Se você tivesse que fazer uma lista dos inventos que fazem parte do seu dia a dia, o que colocaria nela? É quase certo que o computador entraria na sua lista e de praticamente todos os seus colegas, não é mesmo? E, ao lado do computador, a internet, a televisão, os celulares, os tablets e o e-mail. É provável que o papel tenha ficado fora dessa lista, ainda que hoje, na era do computador, ele continua sendo bastante utilizado.
            A folha de papel semelhante à que conhecemos hoje foi inventada na China por volta do século II. O processo de fabricação do papel só chegou à Europa no século XII (1101-1200), por intermédio de mercadores genoveses e venezianos, adquirindo grande importância para o registro de informações. Em pouco tempo, um grande número de fabricantes na Europa se especializou na produção de papel.
            Mas a grande revolução no processo de divulgação do conhecimento veio com a invenção dos tipos móveis metálicos e da prensa, no século XV (1401-1500), pelo alemão Johannes Gutenberg. Os tipos eram pequenas peças metálicas em que eram gravados em relevo letras, números e outros sinais gráficos. Já a prensa era uma máquina que reproduzia os tipos em folhas de papel. A Bíblia é tida como o primeiro livro impresso.
            A produção e a venda de livros aumentaram muito. Calcula-se que, no final do século XV, cerca de 1,5 milhão de exemplares tenham sido produzidos. Mas isso não significa que, de uma hora para outra, os manuscritos deixaram de existir; até o século XIX (1801-1900), com o surgimento da produção industrial de livros, os livros impressos conviveram com os livros manuscritos.

Atividade: Agora reflita e responda as questões:

1) Você lê mais frequentemente textos impressos ou eletrônicos? Para você, quais são as vantagens e desvantagens de cada um?
2) Na sua opinião, qual revolução é a mais importante: a revolução impressa, atribuída à invenção da prensa de tipos móveis metálicos por Gutenberg, no século XV, ou a revolução digital, fruto da criação de livros digitais e de aparelhos leitores de mídias digitais?
3) Os textos virtuais podem um dia substituir os textos impressos em papel? O que você pensa sobre o assunto?
4) Considerando o contexto que estamos vivendo hoje, qual a sua opinião sobre a tecnologia, quais as vantagens e desvantagens que você encontra ao utilizá-la?


ATIVIDADES PARA A SEMANA DO DIA 27/04 ATÉ 01/05


ATIVIDADES
Leitura e interpretação de texto, pesquisa e produção de lapbook.
Tema da aula: Renascimento Cultural e Científico

O Desenvolvimento das Ciências

            A valorização da razão e do homem e o estudo dos autores da antiguidade clássica (gregos e romanos antigos) favoreceram importantes avanços no conhecimento científico.
. Um novo olhar sobre o universo: até o Renascimento, predominava a interpretação geocêntrica do universo, elaborada pelo grego Ptolomeu, no século II, e defendida pela Igreja. Segundo essa teoria, o Sol e todos os astros giravam em torno da Terra. Em 1543, o polonês Nicolau Copérnico apresentou a teoria heliocêntrica. Na nova teoria, o Sol era o centro do universo, e a Terra e os demais planetas giravam em torno dele.
. Desenvolvimento de novas ciências: as viagens marítimas impulsionaram o desenvolvimento de outras ciências, como a geografia, a cartografia (estudo e produção de mapas), a botânica e a zoologia.
. Maior conhecimento do corpo humano: os artistas recorreram à matemática e à geometria para estabelecer proporções ideais e harmonia na representação das figuras humanas e da paisagem natural. Nas ciências, os estudos de anatomia e da circulação sanguínea possibilitaram muitos progressos no conhecimento do corpo humano.
            Entretanto, esses conhecimentos, por questionarem os dogmas (crenças que não deveriam ser questionadas) da Igreja Católica, foram violentamente combatidas pela própria Igreja.

Atividade 1: A partir do texto acima, faça em seu caderno um pequeno resumo, com as principais inovações científicas que você encontrou no texto.

Atividade 2: Como sugerido da vídeo aula do centro de mídias, você poderá criar um lapbook, através da escolha entre os 9 temas:
. Atlas de anatomia (1543);
. Moinho de vento (1589);
. Imprensa (1454);
. Estudos de probabilidade (1654);
. Órbita dos cometas (1705);
. Luneta (1609);
. Globo terrestre (1492);
. Lei da gravitação universal (1687).
Pode ser feito também sobre o Leonardo da Vinci, como pediu um aluno na vídeo aula, vocês podem escolher.




Importante: Queridos alunos, esse tema é mesmo que começamos a fazer a leitura de textos e imagens no livro didático da escola. Elaborei um texto simples para vocês lerem e responderem algumas questões. Como próxima atividade, há uma pesquisa. Vocês também podem pesquisar imagens, mapas, obras de arte e outros textos e vídeos sobre o assunto na internet. É legal o Renascimento! Um abraço e se cuidem.

Tema da aula: Renascimento Cultural e Científico

O que foi o Renascimento?

O Renascimento foi um importante movimento de ordem artística, cultural e científica que ocorreu na passagem da Idade Média para a Moderna. Em um conjunto de transformações que não mais correspondiam aos valores referentes ao pensamento medieval e assim, o renascimento apresentou um novo conjunto de temas e interesses aos meios científicos e culturais de sua época. Ao contrário do que possa parecer, o renascimento não pode ser visto como uma radical ruptura com o mundo medieval.

As Características do Renascimento

A razão, de acordo com o pensamento da Renascença, era uma manifestação que colocava o homem mais próximo de Deus, ao exercer sua capacidade de questionar o mundo. Outro aspecto fundamental das obras renascentistas era o privilégio dado às ações humanas, ou humanismo. Tal característica representava-se na reprodução de situações do cotidiano e na rigorosa reprodução dos traços e formas humanas (naturalismo). Esse aspecto humanista inspirava-se em outro ponto importante do Renascimento: o elogio à arte da Antiguidade Clássica ou Classicismo (a dos gregos e romanos antigos).

Relação com a burguesia e o individualismo

Essa valorização das ações humanas abriu um diálogo com a burguesia, que floresceu desde o final Idade Média, devido ao renascimento comercial e das cidades (os burgos). As ações dos burgueses pelo mundo e a circulação por diferentes espaços ganharam atenção dos homens que viveram todo esse processo de transformação privilegiado pelo Renascimento. Muitos burgueses, ao entusiasmarem-se com as temáticas do Renascimento, financiavam muitos artistas e cientistas surgidos entre os séculos XIV e XVI.

As cidades italianas e o mecenato

A aproximação do Renascimento com a burguesia foi claramente percebida no interior das grandes cidades comerciais italianas do período. Gênova, Veneza, Milão, Florença e Roma eram grandes centros de comércio, onde a intensa circulação de riquezas e ideias promoveu a ascensão de uma notória classe artística. Algumas famílias comerciantes da época, realizaram o mecenato, ou seja, o patrocínio às obras e estudos renascentistas. A profissionalização desses renascentistas foi responsável por um conjunto extenso de obras produzidas pelos artistas.


Impacto do Renascimento

Ao abrir o mundo à intervenção do homem, o Renascimento sugeriu uma mudança da posição a ser ocupada pelo homem no mundo. Ao longo dos séculos posteriores ao Renascimento, os valores por ele gerados vigoraram ainda por diversos campos da arte, da cultura e da ciência. Graças a essa preocupação em revelar o mundo.

Atividades:

1- Leia o texto com atenção para responder às seguintes questões:
a) Qual a grande mudança ocorrida na transição da Idade Média para a Idade Moderna a que chamamos de Renascimento?
b) O que foi o humanismo? E qual é a importância da razão para esse pensamento?
c) Porque os burgueses foram importantes para o Renascimento?
d) O que foi o mecenato? E pelo que foi responsável?
e) Qual o grande impacto gerado pelo Renascimento?

2 - Pesquisa:

Dentre os grandes artistas renascentistas está Leonardo da Vinci, um grande gênio da época. Faça uma pesquisa sobre sua arte, suas descobertas e a sua importância até os dias de hoje.

Observação: Vocês podem se organizar para fazer as atividades, não precisando fazê-las de uma vez. Sugiro que leiam com atenção e respondam as questões e depois, façam a pesquisa com calma.